
O fim da escala 6x1 poderá obrigar as prefeituras a contratar cerca de 7,1 mil trabalhadores, gerando um custo adicional de R$ 442 milhões por ano, segundo estudo da CNM. A entidade considera o valor subestimado, pois não inclui os funcionários terceirizados, que poderiam elevar o impacto financeiro. A PEC aprovada pelo Senado prevê jornada máxima de 40 horas semanais e dois dias de folga. A CNM afirma que pretende contestar a medida na Justiça, enquanto especialistas avaliam que o período de transição permitirá negociar contratos e adaptar os serviços públicos.


