
A decisão de Nunes Marques determina que o Whatsapp tenha três horas, após a notificação, para excluir o canal ‘Exército do Lula’ da plataforma.
A campanha de Flávio apontou na ação que o canal disseminava informações falsas e ataques contra a candidatura do senador. A suspensão segue até o resultado do segundo turno da disputa presidencial.
O canal feito por Janones já contava com mais de 3 milhões de usuários e, segundo o deputado federal reeleito, se chegasse a esse número de participantes possibilitaria a “virada de Lula” no segundo turno.
Nunes Marques justificou a decisão ao apontar que o canal reprouzia conteúdos apontados como falsos pela Justiça Eleitoral.
Exemplos são as supostas ligações de Flávio com milícias do Rio de Janeiro e a questão sobre a retirada do título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida.
Nunes Marques ainda apontou que Janones orientava os membros do canal a compartilharem essas informações, supostamente falsas, em outras redes sociais.
Por fim, o presidente do TSE quer que a Meta, empresa responsável pelo WhatsApp, apresente, em até 48 horas, informações sobre as medidas tomadas contra o canal.


